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Feb 4, 2017

QSP Summit'17: "Understanding Consumer"

o QSP Summit afirma-se como uma das mais relevantes Conferências de Marketing e Gestão da Europa, e, uma vez mais, acolhe este ano os líderes globais que marcam tendências. Nesta edição, que se vai realizar no dia 23 de Março sob o tema “Understanding Consumer”, vão ser debatidas as profundas mudanças do consumidor e como estas se refletem nos comportamentos e locais de compra


serão abordados temas tão diversos como: ativação de marcas, design de produto, linguagem das marcas, proteção de dados, novas soluções tecnológicas, distribuição de conteúdos, consumidor dos mercados emergentes, inteligência artificial, marcas emocionais, digitalização da saúde, construção e gestão de equipas, cultura organizacional e planos de marketing disruptivos



a acompanhar o lançamento do programa oficial, "as Marcas que ficam" estiveram à conversa com o Rui Ribeiro, Managing Partner da QSP - Consultoria de Marketing e responsável pela organização do evento

"as Marcas que ficam": como nasceu a ideia para o tema deste ano? e como foi o processo de transformar a ideia num programa tão completo como o atual QSP Summit 2017?
RR: estamos a assistir a profundas mudanças do consumidor com reflexos nos comportamentos, locais e formas de compra. Nesse sentido é importante perceber quais as reacções a quais os estímulos a que o consumidor reage, bem como as mudanças que os players terão de operar para uma melhor ligação ou engagement com este. Perceber o consumidor é a chave para a criação de uma oferta de valor adequada as necessidades. Foi neste sentido que a QSP elegeu o tema “Understanding Consumer” e a partir dai procurou os melhores speakers mundiais que consideramos que respondem melhor aos conteúdos que queremos entender
"as Marcas que ficam": quais foram os principais desafios à realização da edição do QSP Summit este ano?
RR: o QSP Summit tem vindo a registar uma crescente procura fruto da relevância que os temas abordados merecem para as empresas e do reconhecimento do público da qualidade do evento. Desse incremento de procura resultou a decisão de aumentar a capacidade do auditório e das worklabs. E nesse sentido a QSP mantém o evento na Exponor mas vai erguer de raiz 5 auditórios nos pavilhões da Exponor exclusivos para o evento. A exigência da nossa audiência é muito elevada o que nos obriga a uma produção cuidada e ao nível das melhores da Europa
 "as Marcas que ficam": o que salientarias na organização do evento deste ano? Que novidades?
RR: para além da qualidade inegável dos oradores, e da novidade da passagem do evento para 2 pavilhões e meio da Exponor, teremos ainda algumas novidades em termos de produção áudio visual que guardaria para a dia e para os presentes. A área de exposição será bastante maior, as activações dos expositores serão muito divertidas e será um dia certamente memorável para todos
"as Marcas que ficam": que sugestões para os participantes do QSP Summit para tirarem melhor partido deste evento?
RR: em primeiro lugar inscreverem-se: na ultima edição e como é habito dos portugueses, muitos deixaram para a ultima hora e já não conseguiram participar. Este ano muito provavelmente acontecerá o mesmo apesar do aumento da capacidade. O evento deve esgotar e quem deixar para a ultima hora terá poucas hipóteses de poder participar. Por outro a leitura atenta do programa permitirá a cada profissional escolher as sessões que mais irão de encontro aos desafios que tem pela frente. Como já é habitual o evento arranca à hora prevista – 9h15 e os participantes devem providenciar forma de chegarem atempadamente por forma a poderem usufruir do evento na integra
"as Marcas que ficam": o que gostavas que fossem, para os participantes, os principais "key learnings" do evento?
RR: gostava e estou certo que as empresas e profissionais que participarem, chegarão ao final do dia com uma enorme mais-valia e uma visão completa do tema que lhes propusemos. Em regra o QSP Summit antecipa bastante os temas que preocupam os profissionais e gestores, e aponta tendências que se têm materializado. Será um dia recheado de contactos decisivos para a suas actividades e uma experiência única em termos de evento que é um dos melhores da Europa no sector
obrigado Rui pela entrevista! visitem o QSP Summit'17, eu vou lá estar ;) encontramo-nos entre sessões para um café Bogani e conversar sobre as conferências

Oct 22, 2015

postes eléctricos comuns são figuras humanas gigantes

The Land of Giants, é um projeto que transforma postes eléctricos comuns, em estátuas que integram a paisagem, neste caso na Islândia. Jin Choi e Shine Thomas são os arquitectos responsáveis por esta proposta em 2008, que ganhou o prémio ‘Recognition Award’ na ‘Icelandic High-Voltage Electrical Pylon International Design Competition’, e posteriormente tem sido um projeto reconhecido e divulgado por numerosos meios de comunicação

com pequenas alterações ao design da estrutura em aço das torres, os arquitectos criaram figuras icónicas que se complementam à beleza da paisagem, e assim ultrapassam a ideia de vermos uma torre meramente com um design funcional de necessidade, sem qualquer valor estético associado

os arquitectos afirmam que partem para a proposta do projeto com referência nas estátuas da Easter Island. As figuras criadas para inovar o aspecto das torres, são pensadas como transportadoras de eletricidade ao serviço da população: atravessam os terrenos de dia e noite, independentemente das condições meteorológicas. As posturas e os gestos são também associados à posição de uma pessoa a escalar montanhas. As pequenas alterações nas mãos ou na cabeça combinados com o reposicionamento do corpo das figuras, permitem maior variedade de expressões

as figuras podem também ser colocadas aos pares e andar na mesma direcção ou direcções opostas, olhando uns para os outros ou até curvados a observar a cidade, em plena sintonia uns com os outros

© 2008-2015 Choi+Shine Architects


The Land of Giants™ : RIBA Pylon Competition Entry

no fundo, o design inovador destas torres propõe uma humanização das mesmas, o que ajudaria a integrar a estrutura cinzenta e tecnológica num ambiente tão natural. A proposta da construção do projeto é apresentada detalhadamente, toda a estrutura funcionaria de forma sustentável e os postes de eletricidade não perderiam a sua função básica de serviço, mas ganhariam uma dimensão de complementariedade com o serviço da natureza

podem conhecer mais no website dos autores aqui 

Sara Magno. Estudante na área do design de comunicação. Adoro fotografia, publicidade, branding e packing design. Passo horas a escolher tipografias e a explorar soluções gráficas. “We (designers) transform what we touch.”

Sep 27, 2015

new Serif in town, pela mão da Samsung

Ronan e Erwan Bouroullec são irmãos e formam ambos uma conceituada equipa de designer’s. Serif Tv by Samsung é o último projecto dos irmãos, que apresentam a televisão como uma peça de mobiliário sofisticada e totalmente preparada para integrar os espaços interiores





o desenvolvimento do perfil da tv é a forma de um I maiúsculo, por sua vez de uma fonte serifada. Porquê que isto agrada aos consumidores? Porque estão presentes os conceitos de tamanho e magreza que normalmente são vistos como qualidades desejadas.

a tv deixa de ser um aparelho de televisão com aspecto tecnológico e com uma tela plana preta, e passa a ter a sua personalidade sofisticada e cativante. A parte superior da tv serve como base para outros objetos, com a finalidade do proprietario colocar livros e outras peças decorativas que integrem o ambiente da sala. A parte de trás da televisão possui um painel em tecido que pretende ocultar todos os fios, sendo que esta pode ser movida para longe da parede, perdendo a sua localização habitual




“O motivo era fazer um objeto que pertence-se adequadamente ao mundo em que vivemos” referem os autores. Serif está em lançamento na London Design Festival até hoje dia 27 de setembro, e pretende entrar no mercado a 2 de novembro ainda deste ano. 

os tamanhos da tv também foram pensados, e existem respectivamente três: Serif de 40 polegadas, Serif Medium de 32 polegadas, e a Serif Mini de 24 polegadas. O interface foi desenvolvido pela Samsung, com a inovação do Curtain Mode que permite criar um cenário gráfico translúcido na tela da televisão sem que esta seja necessariamente desligada



de facto é um produto inovador, podemos alterar a sua perspectiva no espaço de uma casa e faze-lo integrar-se como uma peça de design. A sua função deixa de ser apenas prática para assistir a programas e novelas, e passa apresentar-se ao seu proprietário como objeto de exploração e decoração

Sara Magno. Estudante na área do design de comunicação. Adoro fotografia, publicidade, branding e packing design. Passo horas a escolher tipografias e a explorar soluções gráficas. “We (designers) transform what we touch.”

Feb 16, 2014

8º QSP Summit: a “Oportunidade Multicanal”













 
O QSP Summit é uma das grandes referências da actualidade no marketing, como espaço de reflexão de temas que estão na agenda dos gestores e marketeers, procurando antecipar as oportunidades e indicar caminhos para a resolução dos novos desafios. A 8ª edição do QSP Summit vai abordar o tema “Oportunidade Multicanal”, e tem como objectivos dar perceber o que é que os consumidores realmente valorizam e como fazer chegar os produtos e serviços através do canal certo, no momento certo.

O evento vai realizar-se no dia 13 de Março no Centro de Congressos da Exponor no Porto. Em conjunto com o lançamento do programa oficial (aqui), o blog "as Marcas que ficam" deixa-vos com uma entrevista exclusiva ao Rui Ribeiro, Managing Partner da QSP- Consultoria de Marketing e responsável pela organização do evento. 


"as Marcas que ficam": Porquê o tema deste ano a "Oportunidade Multicanal”. Que relação com os desafios actuais do mercado?
QSP: Um dos maiores desafios na actualidade é a integração e acção integrada: temos muita informação sobre os nossos consumidores actuais e potenciais: perfis, gostos, hábitos e preferências, comportamentos, mas integrar toda essa informação para fazer chegar ao cliente a oferta que ele pretende, é um desafio permanente. Temos muitos canais, mas não é suficiente estar presente, é decisivo ter estratégias para cada canal e estratégias multicanal. Queremos que os marketeers encarem este desafio como uma oportunidade de expansão do negócio e do portfolio. O tema deste ano é aquele que está no topo das preocupações de todos os marketeers e gestores em todo o mundo, e esta é uma importante reflecção e contributo para que os nossos profissionais possam continuar a estar próximos dos consumidores. O comportamento de compra e dos consumidores mudou muito com a realidade online/offline. A relação com estes passou a omnipresente. Vamos falar de Omnichannel, Cross Channel, da importância do Mobile e do e-Commerce, dos Touch Points da marca e a nova vida das lojas físicas que são fundamentais. 

"as Marcas que ficam": Como decorre o processo de definição do tema para cada conferência? existe alguma consulta ao "target" para a sua consolidação?
QSP: Por um lado como consultores e empresa de estudos de mercado, trabalhamos directamente com os gestores e marketeers e sabemos quais as preocupações e desafios que estes têm a cada momento. Por outro a equipa da QSP faz contínua investigação sobre os temas emergentes. Do cruzamento de ambas em regra resulta o tema do evento. Por vezes o tema pode constituir uma antecipação como já aconteceu. O tema deste ano é aquele que está a ser debatido pelas grandes marcas mundiais e pelas maiores portuguesas. Apesar de termos de preparar o evento com 14 meses de antecedência, apercebemo-nos nessa altura que este tema seria incontornável. 

May 6, 2013

masterclasse em marketing pela Squadra

a Squadra – Marketing & Sales Consultants vai dar inicio à primeira edição do Marketing Masterclass, dia 10 Maio, no Porto. A ideia de marsterclass parece-me muito bem e promete! um dia dedicado a compreender a importância da integração marketing & vendas na organização e a sua importância na dinamização do negócio (ver aqui programa).

em antecipação desta masterclass, "as Marcas que ficam" foram falar com o Rafael Cerveira, fundador da consultora Squadra. Fica aqui excerto da conversa! do que vi e ouvi, recomendo claramente!

"as Marcas que ficam": porquê organizar esta masterclasse em marketing? como surge a iniciativa?
Squadra: "Esta iniciativa surgiu pela aparente necessidade que existe nas Empresas/Gestores de relacionar de forma integrada as áreas da estratégia, marketing e vendas. O Marketing e “A” a “Z”,  apresentado de forma estruturada, numa perspetiva de gestão e de desenvolvimento dos negócios.
"as Marcas que ficam": o que torna esta masterclasse única? a que necessidades respode? qual é a sua proposta de valor
Squadra: "Esta Masterclass é um curso para executivos de 1 dia, para quem sente necessidade de desenvolver ou atualizar competências de gestão comercial,  de avaliar a posição competitiva da sua empresa / marca e de identificar novas dimensões que reforcem o seu posicionamento, de forma atrativa e relevante para o cliente final."
"as Marcas que ficam": quais os principais desafios (no bom e mau sentido) na organização de uma masterclasse em marketing.
Squadra: "Aqui o desafio é inovar, é preparar uma sessão intensiva e ímpar no mercado, que considere os conteúdos certos para promover uma boa aprendizagem, sempre acompanhados com exemplos práticos e boas práticas de atividades de marketing e vendas, sempre numa perspetiva de crescimentos dos negócios, com impacto positivo nas vendas."

Feb 6, 2013

problemática do marketing nas pequenas empresas

o blog as Marcas que ficam tem sorte! Tem sorte porque tem amigos capazes de coisas surpreendentes. Este post é de um desses amigos, o António Jorge, do Instituto Superior de Gestão [link], e fala sobre a problemática do marketing nas pequenas empresas.












"Desenvolver a actividade de marketing numa pequena empresa tem uma dificuldade acrescida inerente à especificidade da própria empresa; isto é, o de ser pequena e de ter menos recursos.

Muita da actividade de marketing tem um carácter estratégico e portanto com reflexos positivos na conta de exploração, apenas no longo prazo; por outro lado algumas dessas actividades, como por exemplo os estudos de mercado e a informação táctica do mercado, são muitíssimos caros para uma pequena empresa, aliás impossíveis de comprar, porque o custo destes por unidade vendida é muitíssimo alto, o que não se passa numa empresa de grande volume.

O cenário descrito parece mais uma acha para a fogueira da crise, mas não é, trata-se apenas da constatação de uma realidade incontornável da qual devemos ter consciência, para de seguida buscarmos soluções que a possam contornar.

É nesse registo que, analisando melhor as pequenas empresas, se percebe que, na maior parte dos casos o seu sucesso e sobrevivência está dependente da intuição e experiência do seu líder e quadros.

Assim pode-se, numa determinada fase, substituir os estudos de mercado pelo conhecimento existente na empresa; completando-o / validando-o com um desk research sobre informação aberta e, não deixar de incorporar conhecimento de consultoria pontual ou regular para ir executando actividades de marketing indispensáveis, como o design de embalagem, o apoio às vendas e as definições estratégicas; uma vez que são actividades que, inevitavelmente, tem de acontecer. Um tijolo hoje, outro amanhã e daqui a uns tempos teremos uma casa.

Não é tradição no nosso País, uma atitude de cooperação relativamente a certas acções da actividade económica; como forma de viabilizar projectos repartindo custos dentro de um mesmo sector. Quando falamos de mercados externos; esta solução impõe-se (principalmente se os mesmo forem mais desenvolvidos), e já há bons exemplos do sucesso que esta atitude de cooperação, pode dar; lembro-me dos vinhos com a Viniportugal.

Em conclusão, não existem razões para não se desenvolver o marketing nas pequenas empresas; o que deve é ser considerada a sua especificidade e termos de necessidades, disponibilidade de recursos e, cada vez mais, buscando uma solução de cooperação sectorial."

Jan 25, 2013

conferência “Olympic Challenges for Business”

a Squadra - Consultoria e Formação em Marketing e Gestão apresenta a segunda edição do Squadra Marketing Sales & Forum, que decorrerá no auditório do ANF Business Center, no Porto, no próximo dia 22 de Fevereiro.

“Olympic Challenges for Business” é o tema do evento que terá como oradores Oscar Palomar, sócio fundador da AMINT, João Paulo Rocha, director de Marketing da Cerealis, João Maria Porto, director comercial da Optimus Negócios, Ricardo Peixe, speaker da Life Training, e Samuel Costa Marques, senior consultant da Squadra.

com a proximidade da realização do evento "as Marcas que ficam" deixa-vos com uma entrevista exclusiva ao Rafael Cerveira Pinto , Managing Partner da Squadra e responsável pela organização do evento.

"as Marcas que ficam":  quais são os grades objectivos deste fórum? a quem é que se destina? que respostas vamos poder encontar? 
Squadra: Este fórum destina-se a empresários, gestores e empreendedores que acreditam que o “motor” das suas organizações é o marketing & vendas. O grande objetivo deste Fórum é apresentar e partilhar boas práticas, novos conceitos e desafios para a gestão comercial (Estratégia, Marketing e Vendas), que sejam um contributo claro para a modernização das Empresas em Portugal e para o tão desejado crescimento económico. 
"as Marcas que ficam": porque é que estes foruns são importantes? achas que podem ter um papel dinamizador na economia? 
Squadra: São pontos de encontro e de reflexão sobre o futuro das marcas e dos negócios. Para os participantes, a presença neste “Fórum” permitirá o desenvolvimento ou atualização de competências, através das apresentações e do acesso aos melhores casos práticos de sucesso “made in Portugal”. Logo a aplicação destas aprendizagens poderá ter resultados positivos no futuro, a curto prazo. 
"as Marcas que ficam": o que fica por incluir neste programa? que temas achas mais relevantes para o sector e que gostarias de ver tembém aboradados 
Squadra: Em termos específicos, nesta edição vamos abordar market intelligence, branding, Sales Process e Leadership. Muitos outros temas poderiam ser incluídos, como por exemplo a internacionalização, mas como se trata de um fórum de “gestão comercial”, este anos pareceu-nos que estes seriam os mais apropriados.
podem encontar o programa completo aqui. Se conhecerem outros eventos interessantes, avisem, partilhem! tudo a bem do divulgar das boas práticas :)

Nov 30, 2012

7º QSP Summit: "What consumers want? - but don´t know yet!"

a QSP - Consultoria de Marketing já apresentou o tema da 7ª conferencia QSP Summit : "What consumers want? - but don´t know yet!". O evento vai realizar-se no dia 7 de Março no Centro Congressos da Exponor no Porto. 

em antecipação ao lançamento do programa oficial, "as Marcas que ficam" deixa-vos com uma entrevista exclusiva ao Rui Ribeiro, Managing Partner da QSP- Consultoria de Marketing e responsável pela organização do evento. 


"as Marcas que ficam": porquê organizar estas conferências? como surge a iniciativa? e como se chega até este ponto? 
QSP: "A organização do QSP Summit surgiu da ideia de que os quadros da QSP, enquanto consultores de marketing têm de ter formação permanente. Desta premissa, resultou uma primeira conferencia para clientes e quadros da QSP, onde tivemos mais de 350 pessoas. A partir dai, começamos a desenvolver o conceito no sentido de alargar à comunidade de marketeers e posteriormente ao publico em geral. Pensamos que o marketing está pouco desenvolvido em Portugal, com excepção das grandes empresas, pelo que entendemos que a importância de partilhar informação , conhecimento e experiências globais é fundamental para alertar os empresários para a importância hoje decisiva do marketing."
"as Marcas que ficam": existe algum sentimento de "desbravar" caminho com a organização destas conferências, que já vão na sua 7ª edição e cada vez com mais sucesso? 
QSP: "O QSP Summit é hoje o mais importante evento de marketing em Portugal e um dos mais relevantes na Europa. Tem sido um trabalho continuado, difícil, com competidores internacionais de grande porte, mas sempre com a preocupação de abordar temas de grande interesse para os marketeers e gestores. Existe algum trabalho de “evangelização” dos temas do marketing, que entendemos que é também parte da nossa responsabilidade. Sentimos que o QSP Summit tem alertado com muita antecedência para tendências de mercado e que certamente é hoje reconhecido. Pensamos manter por muitos anos o evento, e procurar sempre marcar a actualidade oradores , cases e debates de grande relevância. Temos noção da dificuldade, mas vamos lutar para continuar a progredir e tornar o evento cada vez melhor."