Mar 31, 2013
Mar 28, 2013
Clio com opção "Va Va Voom"
os test drives estão a ficar cada vez mais interessantes! principlamente quando dão a possibilidade de experimentar ao vivo a opção "Va Va Voom"!
esta nova campanha para o Renault Clio dá a quem experimenta o carro uma dose súbita e inesperada de França, quando, solicitados pelo vendedor, os condutores experimentam a opção "Va Va Voom" através de um botão no painel
a Torre Eiffel surge como pano de fundo para uma experiência recheada de amantes aos beijos, violinos, rosas e baguetes. E logo, logo, se torna mais picante: se são condutores, são recebidos por gatas seminuas que dançam em torno do carro, se são condutoras são recebidas por gatos que repetem a dança :) vejam por vocês e comprovem a eficácia (via).
versão para condutores:
versão para condutoras:
esta nova campanha para o Renault Clio dá a quem experimenta o carro uma dose súbita e inesperada de França, quando, solicitados pelo vendedor, os condutores experimentam a opção "Va Va Voom" através de um botão no painel
a Torre Eiffel surge como pano de fundo para uma experiência recheada de amantes aos beijos, violinos, rosas e baguetes. E logo, logo, se torna mais picante: se são condutores, são recebidos por gatas seminuas que dançam em torno do carro, se são condutoras são recebidas por gatos que repetem a dança :) vejam por vocês e comprovem a eficácia (via).
versão para condutores:
versão para condutoras:
mídia exterior e envolvimento com a marca
a mídia exterior procura constantemente novas formas de dirigir o consumidor para interagir com a marca. Os smartphones têm dado uma ajuda preciosa e têm sido o veiculo principal de interacção entre o meio exterior, as marcas e os consumidores. Esta é a principal conclusão por trás de um estudo da CBS Outdoor Internacional, com mais de 5000 pessoas de 6 países europeus
desse relatório saem alguns números interessantes sobre as principais (re)acções do consumidor a um anúncio outdoor, e que vão desde ir online para descobir mais até fazer download de uma aplicação (via):
desse relatório saem alguns números interessantes sobre as principais (re)acções do consumidor a um anúncio outdoor, e que vão desde ir online para descobir mais até fazer download de uma aplicação (via):
- 32% went online to find out more information about the brand or product (+2% from 2011);mais importante, e porque já sabem que no "as marcas que ficam" somos defensores da eficácia acima de tudo, ficam as regras de ouro para campanhas interactivas eficazes segundo as conclusões desse mesmo relatório "CBS Outdoor International" (via):
- 20% made a purchase online (+6%);
- 16% 'Liked' a Facebook Page (+5%);
- 13% downloaded an app (+7%);
- 11% scanned a QR code (+6%);
- 10% visited a brand's social media page (+3%);
- 7% used a mobile to make a purchase (+5%); and
- 4% Followed a brand on Twitter (unchanged).
1) the creative should be explicit in communicating the core message and in showing people if and how they can interact with the ad
2) there needs to be an obvious benefit (and one of perceived value) for consumers in order for them to interact and take away a positive perception of the brand
3) the implications of the halo effect (positive & negative) should be considered – people will watch others interact both in the physical and virtual worlds
Mar 27, 2013
ganha as miúdas
faz-me lembrar a expressão, "mais uma fichinha, mais uma voltinha! criança não paga... mas também não anda"! a AXE ainda não deixou "morrer" o Astronauta e já está ao ataque novamente
a receita é (sempre) a mesma, por isso mais palavra para quê?! trata-se do lançamento do novo produto, um shampoo anti-caspa, com o vídeo "perde a caspa, ganha as miúdas". A receita pode (e em muitos casos até deve) ser a mesma. Mas de todos os vídeos que me lembro da AXE este não é de todos o melhor... falta-lhe a ideia criativa, por exemplo, dos anjos a cair do céu da ultima campanha... que vos parece?
a receita é (sempre) a mesma, por isso mais palavra para quê?! trata-se do lançamento do novo produto, um shampoo anti-caspa, com o vídeo "perde a caspa, ganha as miúdas". A receita pode (e em muitos casos até deve) ser a mesma. Mas de todos os vídeos que me lembro da AXE este não é de todos o melhor... falta-lhe a ideia criativa, por exemplo, dos anjos a cair do céu da ultima campanha... que vos parece?
Mar 26, 2013
álcool e criatividade
depois dos posts sobre criatividade e prazos (ver aqui), eis o tema que faltava: criatividade e álcool. Será que o álcool melhora a criatividade!?
para responder a essa pergunta o sítio "The Drum" levou a cabo o "Newt/Judge Experiment". Aqui fica o resumo da experiência:
- 18 criativos/publicitários voluntários
- divididos em dois grupos com experiência/competências iguais
- um dos grupos com acesso a álcool, o outro grupo só com acesso a água ou suminho
- foram dadas três horas para trabalhar no mesmo briefing
- que, e apenas para a ironia, tinha como tema abordar o consumo excessivo de alcool
esta expriência pode ser "acompanhada" no sítio desenvolvido para o efeito aqui, onde vão ser apresentados os resultados (ainda não disponíveis...). Para já, o vídeo com o teaser da experiência:
para responder a essa pergunta o sítio "The Drum" levou a cabo o "Newt/Judge Experiment". Aqui fica o resumo da experiência:
- 18 criativos/publicitários voluntários
- divididos em dois grupos com experiência/competências iguais
- um dos grupos com acesso a álcool, o outro grupo só com acesso a água ou suminho
- foram dadas três horas para trabalhar no mesmo briefing
- que, e apenas para a ironia, tinha como tema abordar o consumo excessivo de alcool
esta expriência pode ser "acompanhada" no sítio desenvolvido para o efeito aqui, onde vão ser apresentados os resultados (ainda não disponíveis...). Para já, o vídeo com o teaser da experiência:
Mar 24, 2013
quem é que gosta mais de caixas do que os gatos?
quem é que gosta mais de caixas do que os gatos? acertaram: as crianças! e porquê? porque ainda dão à imaginação o espaço que ela merece, e tranformam uma caixa de cartão num castelo medieval, um carro de corrida, ou uma nave espacial de um super heroi

este é o insight! um insight, para o marketing, e em linhas gerais, é uma descoberta "profunda" a respeito das motivações do consumidor, que pode ser utilizada como alavanca para passar de forma directa e imediata uma mensagem; o insight explica o porquê do comportamento do consumidor, em vez de simplesmente descrever como ele se comporta
a este respeito a Lego é, na minha opinião, uma das marca que leva este insight ao expoente máximo na sua comunicação e publicidade (por exemplo, com a campanha "Imagine" sobre a qual já escrevi aqui)
a McDonald's, por sua vez, também não se sai nada mal. Ela usa este insight para conseguir um posicionamento que lhe rende milhões: ela não vende comida, ela consegue sorrisos! e se deixa as crianças contentes, deixa os pais contentes. Este é o negócio do Happy Meal: a felicidade! esqueçam lá o hambúrguer :) esta nova campanha "What is it with kids and boxes?" reforça esse posicionamento, de forma brilhante. Deixo-vos com a campanha impressa e o anúncio de televisão

este é o insight! um insight, para o marketing, e em linhas gerais, é uma descoberta "profunda" a respeito das motivações do consumidor, que pode ser utilizada como alavanca para passar de forma directa e imediata uma mensagem; o insight explica o porquê do comportamento do consumidor, em vez de simplesmente descrever como ele se comporta
a este respeito a Lego é, na minha opinião, uma das marca que leva este insight ao expoente máximo na sua comunicação e publicidade (por exemplo, com a campanha "Imagine" sobre a qual já escrevi aqui)
a McDonald's, por sua vez, também não se sai nada mal. Ela usa este insight para conseguir um posicionamento que lhe rende milhões: ela não vende comida, ela consegue sorrisos! e se deixa as crianças contentes, deixa os pais contentes. Este é o negócio do Happy Meal: a felicidade! esqueçam lá o hambúrguer :) esta nova campanha "What is it with kids and boxes?" reforça esse posicionamento, de forma brilhante. Deixo-vos com a campanha impressa e o anúncio de televisão
Mar 22, 2013
para onde é que as marcas displicentes vão
já tinhamos saudades aqui no "as marcas que ficam" dos cartoons do blog "The Marketoonist". Este tem o titulo "Para onde é que as marcas displicentes vão."
ainda estive na dúvida sobre que sinal de pontuação colocar no titulo deste post "para onde é que as marcas displicentes vão". O ponto de interrogação era interessante, porque um titulo que questiona o leitor é mais interactivo, desafia mais, e por isso tem mais probabilidade de encaminhar o leitor para o resto do texto. Mas o ponto de interrogação tinha um problema, fugia claramente ao espirito do cartoon! o ponto de interrogação faz parecer que existem várias hipoteses para quem é displicente... e o cartoon é explicito! para ali, é para onde vão, definitivamente, as marcas que caem na ratoeira da manutenção do status quo:
nas palavras de Tom Fishburne, autor do cartoon e do blog:
ainda estive na dúvida sobre que sinal de pontuação colocar no titulo deste post "para onde é que as marcas displicentes vão". O ponto de interrogação era interessante, porque um titulo que questiona o leitor é mais interactivo, desafia mais, e por isso tem mais probabilidade de encaminhar o leitor para o resto do texto. Mas o ponto de interrogação tinha um problema, fugia claramente ao espirito do cartoon! o ponto de interrogação faz parecer que existem várias hipoteses para quem é displicente... e o cartoon é explicito! para ali, é para onde vão, definitivamente, as marcas que caem na ratoeira da manutenção do status quo:
nas palavras de Tom Fishburne, autor do cartoon e do blog:
As marketers, we often focus so closely on our direct competition, we can miss the big picture. I had a manager once who described looking at market share graph lines week after week as watching “worm races”. One week, our brand was up. The next week, our direct competitor was up. By obsessing over the worm races, he told us, we would miss what was really important to the consumer. We would move in lock step with our competitors and miss larger market shifts. We would get stuck in the status quo.
The status quo creates real opportunities for rule breakers and brand challengers. I learned from my time at the method brand that mature categories start to accept rules of the category as infallible that may not be true (like the “rule” that packaging design doesn’t matter in home cleaning products). It’s up to the challenger to break those rules.
Mar 21, 2013
o ticket de estacionamento que sabe a menta
e por falar em média não tradicional, aqui está uma acção criativa e inteligente, desenvolvida pela BBDO Proximity Düsseldorf para a marca de "chiclas" Wriggley's.
uma fina camada com sabor a hortelã foi colocada em ambos os lados de uma das faces dos tickets do parque de estacionamento. As pessoas ao segurá-los com a boca, quando precisavam das duas mãos livres para guiar, sentiam um gosto inesperado, mas agradável. A estranheza causada chamava a atenção para a marca impressa no ticket, o que ajudava à divulgação do novo sabor da chiclete. Vejam as reacções das pessoas ao sabor da hortelã no video a seguir ;)
obviamente a acção está muito bem sacada! é daquelas que nos põem a perguntar "como é que não pensei nisto antes". Para ser perfeita, perfeita mesmo, só precisava ter sido feita num espaço onde as pessoas pudessem, efectivamente, comprar as chicletes como resultado do contacto com o sabor no ticket. Ou isso, ou então uma promotora gira (mas mesmo gira) a dinamizar uma acção de sampling à saida do parque: "reparou no novo sabor da chiclete? então fique com uma embalagem para não se esquecer".
uma fina camada com sabor a hortelã foi colocada em ambos os lados de uma das faces dos tickets do parque de estacionamento. As pessoas ao segurá-los com a boca, quando precisavam das duas mãos livres para guiar, sentiam um gosto inesperado, mas agradável. A estranheza causada chamava a atenção para a marca impressa no ticket, o que ajudava à divulgação do novo sabor da chiclete. Vejam as reacções das pessoas ao sabor da hortelã no video a seguir ;)
obviamente a acção está muito bem sacada! é daquelas que nos põem a perguntar "como é que não pensei nisto antes". Para ser perfeita, perfeita mesmo, só precisava ter sido feita num espaço onde as pessoas pudessem, efectivamente, comprar as chicletes como resultado do contacto com o sabor no ticket. Ou isso, ou então uma promotora gira (mas mesmo gira) a dinamizar uma acção de sampling à saida do parque: "reparou no novo sabor da chiclete? então fique com uma embalagem para não se esquecer".
carro vs. piano
as coisas mais improváveis podem acontecer a qualquer instante. Qualquer um de nós diria que esta afirmação é verdadeira! mas, na maior parte dos casos, não é o suficiente para convencer ninguém a investir num seguro automovel contra todos os riscos; pelos vistos, ainda menos na Russia, onde se passa esta acção de comunicação: carro vs piano.

a Russia tem uma expressão comum para representar esta ideia de que ninguém está livre de azares: "nunca se sabe quando um piano nos cai na cabeça". Assim, e para provar que as coisas improváveis podem mesmo acontecer a qualquer um, a companhia de seguros Intouch deciciu usar esta expressão típica e leva-la o mais longe possivel, criando mesmo uma experiência onde colocou um carro para enfrentar um piano.
em cima de um carro foi pendurado um piano de 350 kg, sustentando por 9 cordas. Durante toda a semana, eventos aleatórios da vida real definiam o destino de cada corda. Por exemplo: Se chover no dia X, uma corda é cortada, caso contrário fica intacta. Se o titulo da noticia principal de um jornal tiver mais de 10 letras “A”, outra corda vai "ao ar". E por ai adiante.
além de ter sido possivel acompanhar a acção ao vivo no sítio da Internet desenvolvido para o efeito carvspiano.ru, as pessoas podiam mesmo sugerir novos cenários de aleatoriedades via twitter, sendo que o twitter aparecia em tempo real projectado atrás do carro, como prova de que a acção estava a decorrer.
o que acham que aconteceu, o piano cai? ou não?!
a acção é da Proximity BBDO em Moscovo.

a Russia tem uma expressão comum para representar esta ideia de que ninguém está livre de azares: "nunca se sabe quando um piano nos cai na cabeça". Assim, e para provar que as coisas improváveis podem mesmo acontecer a qualquer um, a companhia de seguros Intouch deciciu usar esta expressão típica e leva-la o mais longe possivel, criando mesmo uma experiência onde colocou um carro para enfrentar um piano.
em cima de um carro foi pendurado um piano de 350 kg, sustentando por 9 cordas. Durante toda a semana, eventos aleatórios da vida real definiam o destino de cada corda. Por exemplo: Se chover no dia X, uma corda é cortada, caso contrário fica intacta. Se o titulo da noticia principal de um jornal tiver mais de 10 letras “A”, outra corda vai "ao ar". E por ai adiante.
além de ter sido possivel acompanhar a acção ao vivo no sítio da Internet desenvolvido para o efeito carvspiano.ru, as pessoas podiam mesmo sugerir novos cenários de aleatoriedades via twitter, sendo que o twitter aparecia em tempo real projectado atrás do carro, como prova de que a acção estava a decorrer.
o que acham que aconteceu, o piano cai? ou não?!
a acção é da Proximity BBDO em Moscovo.
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